segunda-feira, 30 de novembro de 2015
sábado, 28 de novembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Em áudio, professora tenta comprar voto de alunos em eleição de diretoria
Um aluno do Colégio Estadual Dom Joaquim, o maior do município de Braço do Norte, na região Sul de Santa Catarina, gravou um áudio em que uma professora tenta subornar estudantes com pontos na média. Ela faz a proposta para obter votos em favor de uma candidata ao cargo de diretora da escola, como mostrou o Jornal do Almoço desta sexta-feira (27).
''Eu estou dando um ponto para quem votar na Rita. A hora que quiserem saber, venham me procurar. Há uma turma que vai ganhar um ponto'', diz a professora na gravação.
Os alunos perguntam: ''Rita?'' Ela responde: ''Se toda turma me disser que vai votar tem que aparecer lá no sistema. Ela se expressou mal, mas é assim ó, se a dona Rita ganhar, ela vai dar um ponto na média pra quem ela dá a aula... É um direito dela, eles tão dizendo que quem não votar nela vai rodar, é um direito também. Cada um está jogando com as armas que tem'', diz a professora.
''Ah, não me fala isso que eu chamo meu pai aqui, vai dar processo em cima de todo mundo'', diz uma estudante na gravação.
Alunos, professores e funcionários chegaram a dar início à votação para escolha da nova diretora, mas a eleição foi cancelada por decisão da Justiça, depois que o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) tomou conhecimento da gravação. O afastamento das duas candidatas que concorriam ao cargo de diretora também foi pedido pelo MP.
De acordo com o secretário de desenvolvimento regional Roberto Kuertem, o aluno que teria feito a gravação e a professora que teria oferecido o aumento das notas não foram identificados.
''A intenção do governo do estado é justamente o inverso, acabar de vez com as indicações políticas e talvez partidárias no comando de um gestão escolar, propondo à comunidade escolar decidir o seu futuro. Este é um fato isolado'', diz o secretário de desenvolvimento regional.
O colégio Dom Joaquim é a maior escola de Braço do Norte, com 900 alunos matriculados, desde o sexto ano do Ensino Fundamental até o terceiro ano do Ensino Médio. As investigações sobre o caso continuam e ainda não há um prazo para uma nova eleição.
''Estamos fazendo tudo que a Justiça determinou, como a anulação dos votos e o afastamento da direção e agora aguardamos o próximo desfecho'', diz o secretário.
O fato aconteceu na primeira experiência eleitoral da maioria dos alunos da escola. Para os professores, o desafio, a partir de agora, vai ser reforçar os critérios legais para a escolha de um candidato.
''Cabe a nós educadores colocarmos para os estudantes que isso foi errado, que a pessoa tem que expor o seu plano de gestão. Isso deve ser colocado de uma forma que os alunos, os pais e a comunidade possam avaliar o candidato da melhor forma possível. Não é através de meios ilegais ou corruptos que se ganha um eleição'', diz a assessora de direção Glades Michels Patel.
''Eu estou dando um ponto para quem votar na Rita. A hora que quiserem saber, venham me procurar. Há uma turma que vai ganhar um ponto'', diz a professora na gravação.
Os alunos perguntam: ''Rita?'' Ela responde: ''Se toda turma me disser que vai votar tem que aparecer lá no sistema. Ela se expressou mal, mas é assim ó, se a dona Rita ganhar, ela vai dar um ponto na média pra quem ela dá a aula... É um direito dela, eles tão dizendo que quem não votar nela vai rodar, é um direito também. Cada um está jogando com as armas que tem'', diz a professora.
''Ah, não me fala isso que eu chamo meu pai aqui, vai dar processo em cima de todo mundo'', diz uma estudante na gravação.
Alunos, professores e funcionários chegaram a dar início à votação para escolha da nova diretora, mas a eleição foi cancelada por decisão da Justiça, depois que o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) tomou conhecimento da gravação. O afastamento das duas candidatas que concorriam ao cargo de diretora também foi pedido pelo MP.
De acordo com o secretário de desenvolvimento regional Roberto Kuertem, o aluno que teria feito a gravação e a professora que teria oferecido o aumento das notas não foram identificados.
''A intenção do governo do estado é justamente o inverso, acabar de vez com as indicações políticas e talvez partidárias no comando de um gestão escolar, propondo à comunidade escolar decidir o seu futuro. Este é um fato isolado'', diz o secretário de desenvolvimento regional.
O colégio Dom Joaquim é a maior escola de Braço do Norte, com 900 alunos matriculados, desde o sexto ano do Ensino Fundamental até o terceiro ano do Ensino Médio. As investigações sobre o caso continuam e ainda não há um prazo para uma nova eleição.
''Estamos fazendo tudo que a Justiça determinou, como a anulação dos votos e o afastamento da direção e agora aguardamos o próximo desfecho'', diz o secretário.
O fato aconteceu na primeira experiência eleitoral da maioria dos alunos da escola. Para os professores, o desafio, a partir de agora, vai ser reforçar os critérios legais para a escolha de um candidato.
''Cabe a nós educadores colocarmos para os estudantes que isso foi errado, que a pessoa tem que expor o seu plano de gestão. Isso deve ser colocado de uma forma que os alunos, os pais e a comunidade possam avaliar o candidato da melhor forma possível. Não é através de meios ilegais ou corruptos que se ganha um eleição'', diz a assessora de direção Glades Michels Patel.
Ministério Público de SP pede suspensão de atividades da Gaviões por 120 dias
Como parte de um pacote de punições, o Ministério Público foi à Justiça para que a Gaviões da Fiel suspenda suas atividades por 120 dias. Não se trata apenas de impedir a entrada de seus integrantes nos estádios de São Paulo. A intenção é obrigar a principal uniformizada corintiana a parar de funcionar por quatro meses.
O promotor Roberto Senise Lisboa alega que a organizada descumpriu um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado em 2011. Ela se comprometia a não ''promover, incitar ou estimular, ainda que como mero partícipe, a violência'' dentro e fora dos estádios.
Em seu pedido à Justiça, o promotor declara ser notório que a Gaviões descumpriu o acordo quando seus integrantes brigaram com vascaínos em Brasília. Por isso, pede que a torcida seja citada para em dez dias suspender as atividades.
Ele ainda fala numa multa de R$ 30 mil por partida, se a Gaviões comparecer aos estádios no período da suspensão.
Como o blog mostrou na quinta, o Ministério Público também entrou na Justiça para cobrar outra multa de R$ 30 mil reais, também sob a acusação de descumprir o TAC.
Em breve, o promotor fará à Justiça um novo pedido de extinção da Gaviões. Já existe um processo, iniciado após a morte de dois palmeirenses em confronto entre a organizada corintiana e a Mancha Alviverde, em 2012.
Por sua vez, o MP do Rio suspendeu a Gaviões em jogos no Estado por 90 dias. Já em Brasília as uniformizadas corintianas estão vetadas por dois anos.
Veja abaixo o pedido do promtor. Como presidente da torcida aparece o responsável por assinar o TAC, que já deixou o cargo.
O promotor Roberto Senise Lisboa alega que a organizada descumpriu um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado em 2011. Ela se comprometia a não ''promover, incitar ou estimular, ainda que como mero partícipe, a violência'' dentro e fora dos estádios.
Em seu pedido à Justiça, o promotor declara ser notório que a Gaviões descumpriu o acordo quando seus integrantes brigaram com vascaínos em Brasília. Por isso, pede que a torcida seja citada para em dez dias suspender as atividades.
Ele ainda fala numa multa de R$ 30 mil por partida, se a Gaviões comparecer aos estádios no período da suspensão.
Como o blog mostrou na quinta, o Ministério Público também entrou na Justiça para cobrar outra multa de R$ 30 mil reais, também sob a acusação de descumprir o TAC.
Em breve, o promotor fará à Justiça um novo pedido de extinção da Gaviões. Já existe um processo, iniciado após a morte de dois palmeirenses em confronto entre a organizada corintiana e a Mancha Alviverde, em 2012.
Por sua vez, o MP do Rio suspendeu a Gaviões em jogos no Estado por 90 dias. Já em Brasília as uniformizadas corintianas estão vetadas por dois anos.
Veja abaixo o pedido do promtor. Como presidente da torcida aparece o responsável por assinar o TAC, que já deixou o cargo.
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